Um pouco do que passa pela minha cabeça
Quem sou, por que criei o Figueirego e o que quero compartilhar: experiências, aprendizados e ideias para conversar e revisitar depois.

Eu queria ter um lugar meu na internet. Um espaço para compartilhar o que vivo e aprendo, mostrar meus projetos e escrever sobre as coisas que me interessam. Essa vontade ficou um tempo só na ideia, até que resolvi colocá-la em prática.
Foi assim que nasceu o Figueirego. O nome é uma mistura do meu sobrenome, Figueirêdo, com Go, a linguagem de programação. Queria uma variação que tivesse um pouco de mim e fosse meio caricata. Gostei da mistura e ela ficou.
A programação faz parte da minha vida e vai aparecer bastante por aqui, mas não quero que ela determine os limites deste espaço. Tenho outros interesses, e quero ter liberdade para escrever sobre eles também.
Além da programação
Sou Matheus Figueirêdo. Gosto muito de livros: Tolkien, As vantagens de ser invisível, As crônicas de Nárnia, Harry Potter, mangás… Também amo filmes e animes. É bem provável que alguma dessas histórias acabe virando assunto por aqui.
Gosto de estudar idiomas, principalmente inglês, francês e japonês. Música também faz parte da minha vida, com uma preferência por rock, especialmente indie rock. Arctic Monkeys, The Strokes e Los Hermanos estão entre as bandas de que mais gosto.
Amo animais, principalmente cachorros e pássaros. Tenho um bulldog francês que não poderia ficar de fora dessa apresentação.
Cursei Matemática até o quarto período e continuo gostando de estudar a área por conta própria. Também me interesso por engenharia aeroespacial, culinária e vários outros assuntos que exploro como entusiasta, no meu tempo livre. Gosto dessa liberdade de estudar algo simplesmente porque fiquei curioso e quero entender melhor.
Não pretendo transformar cada interesse em um compromisso de publicação. Quero apenas poder escrever sobre um livro, uma ideia ou algo que aprendi sem sentir que aquilo não cabe no meu próprio blog.
Um lugar para voltar
Quando pensei no motivo de ter um blog, uma expressão me veio à cabeça: um backup do meu cérebro.
É um jeito de guardar coisas que eu gostaria de poder consultar depois. Algo que estudei, um projeto que fiz, uma experiência que me marcou ou um pensamento que ainda estou tentando organizar.
Também quero poder voltar a esses textos e perceber como eu pensava em determinada época. Ver o que mudou, o que deixou de fazer sentido e o que continuo levando comigo. Tenho curiosidade de conhecer essa versão futura de mim que vai reler tudo isso.
O que eu escrever aqui representa o que consigo entender naquele momento. Quero ter espaço para me descobrir, mudar de ideia e me reinventar, sem precisar fingir que já tenho uma opinião definitiva sobre tudo.
Compartilhar meus pensamentos também é uma forma de me conectar com outras pessoas. Não tenho a intenção de impor minhas ideias. Quero conseguir explicá-las, ouvir outras experiências e descobrir o que pode surgir dessa conversa.
O que vai aparecer por aqui
Vai depender um pouco do que eu estiver vivendo e aprendendo.
Alguns textos serão mais pessoais. Outros podem partir de um livro, de uma música, do estudo de um idioma ou de alguma curiosidade que me levou a pesquisar. Quero ter liberdade para escolher o assunto e disposição para me aprofundar nele.
Se eu escrever sobre um livro, quero explorar o que me chamou a atenção e por que aquilo ficou comigo. Se compartilhar algo que estudei, quero explicar o raciocínio, trazer exemplos e deixar referências para quem quiser continuar. Ao contar um projeto, quero mostrar as escolhas, as tentativas que deram errado e o que aprendi com elas.
Esse cuidado vale para qualquer assunto. Quero explicar como cheguei ao que estou dizendo e deixar claro quando é uma experiência minha, uma opinião ou algo que fui pesquisar. Alguns textos vão precisar de mais espaço, e tudo bem. Quero que tenham detalhes que ajudem a entender, com uma escrita próxima, sem formalidade desnecessária.
Nos primeiros posts, quero contar como construí este site e o blog. Vou organizar as decisões, as ferramentas, as dificuldades e as mudanças que aconteceram pelo caminho. Depois, quero entrar também em como pensei a estrutura do site, sua presença nas buscas e as automações que ajudam a mantê-lo funcionando.
O site tem ainda uma função profissional: mostrar meus projetos e dar visibilidade ao meu trabalho. Isso também fez parte da vontade de tirá-lo do papel. Quero que quem chegue por um projeto possa conhecer um pouco da pessoa que está por trás dele.
Por enquanto, este primeiro texto é uma apresentação e um começo. Os próximos vão contar melhor essa história.
Se algum assunto encontrar algo que você também viveu, estudou ou pensa diferente, pode trazer para os comentários. Vou gostar de conhecer o seu lado da conversa.
Até o próximo texto.
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